Quando os primeiros espanhóis pisaram no Novo Continente, viram os índios brincando com bolas que saltavam, feitas com a seiva leitosa de uma árvore chamada “caucho”.
Os espanhóis não prestaram nenhuma atenção à substância dessas bolas, pois procuravam outras riquezas, como ouro. Passados mais de dois séculos, sábios franceses que foram medir o arco do meridiano terrestre às margens do rio Amazonas notaram que os índios utilizavam esse material para outros fins, faziam tigelas e vasilhames de caucho.
O francês C. M. de la Condamine levou uma amostra de caucho para a Academia de Ciências de Paris, mas ninguém lhe deu atenção.
John Priestley, inglês, descobriu que a substância podia tirar marcas de lápis, o que até aquela data se fazia com miolo de pão, uso que até hoje está em prática. Então, o primeiro emprego da borracha foi como apagador. Priestley, na Inglaterra, difundiu-o e a borracha recebeu em inglês o nome de “India Rubber”, que significa “Raspador da Índia”. A palavra borracha teve sua origem em uma das primeiras aplicações úteis desse produto, dada pelos portugueses, quando foi utilizada para a fabricação de botijas, em substituição às chamadas borrachas de couro que os portugueses usavam no transporte de vinhos.
Atualmente, a MAPED produz uma linha de borrachas diferenciadas e livres de PVC.



